20 de janeiro de 2022Informação, independência e credibilidade
Economia

Bolsonaro quer auxílio menor: Próximas três parcelas seriam de R$ 500, R$ 400 e R$ 300

Paulo Guedes anunciou que a terceira parcela do auxílio emergencial começará a ser paga neste sábado

As próximas 3 parcelas para o auxílio emergencial seriam de R$ 500, R$ 400 e R$ 300, somando assim R$ 1.200. Ao menos foi o que garantiu o presidente Jair Bolsonaro, em sua live semanal, ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Tinham brasileiros que nunca haviam pedido ajuda pra ninguém. A faxineira, o menino que vendia bala… esse pessoal estava desatendido. Estamos agora no sábado pagando mais uma parcela do auxílio emergencial para 60 milhões de brasileiros, deste sábado até o sábado que vem”. Paulo Guedes, ministro da Economia.

O auxílio emergencial se destina a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs), autônomos e desempregados que cumpram os requisitos previstos em lei, como a ausência de emprego formal ativo, por exemplo.

Além disso, agentes públicos, incluindo os comissionados, ocupantes de cargos temporários, funções de confiança e titulares de mandato eletivo, não têm direito ao benefício.

O ministro Paulo Guedes anunciou que a terceira parcela do auxílio emergencial começará a ser paga neste sábado (27).

“Estamos, agora no sábado, pagando mais uma parcela para 60 milhões de brasileiros. Neste próximo sábado até o sábado que vem, 60 milhões recebem mais uma”. Paulo Guedes.

Vida boa

A redução do valor do auxílio é para impedir o crescimento da dívida. Mas Bolsonaro e Guedes ressaltaram que o governo injetou R$ 1 trilhão na economia brasileira durante o período complicado da pandemia do novo coronavírus.

Meses atrás, enquanto lutava para reduzir a quantia do auxílio, Paulo Guedes pregou que o mesmo acomodaria os brasileiros:

“Se falarmos que vai ter mais três meses, mais três meses, mais três meses, aí ninguém trabalha. Ninguém sai de casa e o isolamento vai ser de oito anos porque a vida está boa, está tudo tranquilo. E aí vamos morrer de fome do outro lado. É o meu pavor, a prateleira vazia”.Paulo Guedes, ministro da Economia, que defende o valor de apenas 200 reais.

Os valores de R$ 500, R$ 400 e R$ 300, aliás, foram adiantados pelo ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, em seu Twitter, nessa manhã. Ao ver que falou sedo demais, ele acabou deletando.