27 de junho de 2022Informação, independência e credibilidade
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Em sua ânsia autocrata Bolsonaro quer povo armado contra a democracia no País

O autocrata se considera o dono da lei, da vida e da morte. Daí, a incompatibilidade com a democracia.

Bolsonaro e seu projeto de autocracia para o Brasil

A democracia é um sistema político odiado pelos autocratas e ditadores. Eles não aceitam e não querem conviver com ela exatamente pela necessidade de imposição de suas vontades.

O Brasil é mais uma democracia no mundo a sentir os efeitos de um governante que pretende se afirmar como um autocrata. Ele tem reagido aos direitos básicos da cidadania, a liberdade dos meios de comunicação e a princípios democráticos básicos, como a separação e autonomia de poderes.

Pois é. As ameaças rotineiras de sua excelência, Jair Messias Bolsonaro (PL) – ao Supremo Tribunal Federal (STF), a justiça eleitoral, sociedade organizada e instuições que fazem a necessária defesa da democracia e da convivência cidadã no País – são aberrações da ânsia autocrata do governante que em nada aceita ser contrariado.

Ele se considera o dono da lei, da vida e da morte. Daí, a incompatibilidade com a democracia.

Portanto, uma vez consolidada a autocracia dá-se então a perseguição a oposição política, os meios de comunicação e as organizações da sociedade civil.

Hoje, o Brasil caminha nesta direção. Os constantes ataques de Bolsonaro às instituições não são à toa. O objetivo é minar os princípios democráticos e criar na massa seguidora essa cultura de que o País viveria melhor sem o STF, sem o TSE, sem OAB e também sem as criticas nos meios de comunicação. De preferência até sem congresso parlamentar.

E assim o autocrata vai tentando de todas as maneiras consolidar  ideias autoritárias e nefastas por onde passa, seguindo à risca à cartilha do fascismo.

Quando o cenário aponta para dificuldades, ele simplesmente apela: “Vocês sabem que a arma de fogo é garantia para sobrevivência de suas famílias e questão de segurança nacional. Povo armado jamais será escravizado”.

Há os que o seguem e acreditam cegamente nisso.