
Diante da divulgação de mensagens e áudios trocados entre Flávio Bolsonaro, senador do PL e pré-candidato a presidente da República, e o ex-banqueiro, Daniel Vorcaro, o silêncio e o desconforto tomou conta dos bolsonaristas em Brasília.
Eles sumiram do Congresso em meio ao rastro da corrupção que os atinge em alto grau, sobretudo porque se apresentaram à sociedade com o discurso da “nova política” e anticorrupção.
Os diálogos gravados são muito mais que provas. São a demonstração verdadeira do engodo na política brasileira, que não se diferencia da maioria que tem olhos e contas abertas para a chegada do dinheiro, seja lá de que jeito for.
Flávio Bolsonaro e família já demonstravam isso desde o episódio da rachadinha, no Rio de Janeiro. E e só não foi condenado, por que o pai, então presidente da República, interrompeu o processo com um argumento muito mais que imperativo: – Não vou esperar ‘fder’ a minha família toda, ou amigo meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança.
Depois disso, trocou seis delegados da Polícia Federal que estavam ligados as investigações contra o processo de corrupção envolvendo seu filho na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, conforme noticiou o UOL.
Uma vez senador, Flávio, o chamado 01, comprou uma mansão em Brasília e pagou a maior parte em dinheiro vivo. Mas, os sinais nunca foram importante para uma massa desvairada que acusava a corrupção alheia e jogava para debaixo do tapete toda a sujeira que fazia.
Especificamente no Caso Master: R$ 134 milhões… E parte disso para um Fundo de um advogado de Eduardo Bolsonaro no Texas. Eduardo mora nos Estados Unidos, com a família sem bater um prego numa broa.
Enfim, os áudios das conversas de Flávio e Vorcaro trazem à luz a realidade em uma frase definidora e emblemática: –Irmão, irmãozão, estarei sempre contigo!
Ou seja, enquanto estava nos dos outros, a corrupção era refresco.
Agora dói e o silêncio é sepulcral!














