Após as denúncias de que dinheiro do agronegócios foi entregue por Braga Neto para financiar golpe de Estado e crimes a serem praticados pelos kids pretos, grupamento militar do Exército, representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) passaram a defender a apuração rigorosa dos fatos.
A Frente Parlamentar reúne 340 deputados federais e senadores. O seus representantes se manifestaram neste domingo, 15, pedindo uma investigação conduzida com urgência e rigor a respeito para apurar qual foi o “pessoal do agronegócio” que atuou no financiamento da tentativa de golpe em 2022.
Os parlamentares questionam o fato de que “ações isoladas” não podem comprometer a imagem do setor. Exatamente por isso pedem urgência na apuração para responsabilização de envolvidos.
O caso veio à tona a partir da delação, no Supremo Tribunal Federal (STF), do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL). Ele revelou que o general Braga Netto entregou o dinheiro obtido “junto ao pessoal do agronegócio”. O general foi preso no sábado, 14.
Segundo Cid, o dinheiro em espécie foi entregue em uma sacola de vinho.