26 de junho de 2022Informação, independência e credibilidade
Alagoas

Governador recomenda suspensão de passeios para passageiros de navios

Estado disponibiliza R$ 20 milhões para a Secretaria de Saúde se prevenir contra o coronavírus

Renan Filho monta gabinete de crise por causa do coronavírus

Em meio à pandemia do coronavírus, o Estado de Alagoas tem apenas um caso confirmado de um alagoano de 42 anos que esteve na Itália. Ele está de quarentena como recomenda o protocolo da Organização Mundial de Saúde, mas ainda assim o governo alagoano decidiu recomendar as empresas do trade turístico que suspendam passeios em Maceió para passageiros de navios que atracarem no porto de Jaraguá.

A recomendação foi tratada em nome do governador Renan Filho pelo Secretário de Turismo, Rafael Brito, segundo informou o próprio governador em coletiva à imprensa, nesta sexta-feira, 13.

Autoridades do governo estadual reforçam que não há necessidade de pânico e alertam para “fakes news”.

Na entrevista, ao lado do Secretário de Saúde, Alexandre Ayres, o governador disse que está disponibilizando R$ 20 milhões para Secretaria de Saúde utilizar no enfrentamento dessa pandemia.

Questionado sobre o navio atracado no porto de Maceió com mais de 3 mil passageiros, ele declarou que colocou no porto duas equipes de saúde especializadas e três ambulâncias para atuação em qualquer emergência. Mas, observou que os navios são monitorados a todo instante pelas equipes da Anvisa, a quem cabe fazer a fiscalização contínua o estado dos passageiros, em situação como a que está ocorrendo agora.

Para ele, o fundamental é que o Estado tem agido com  muita responsabilidade e serenidade nesse caso. “Não há necessidade de alarde e muito menos pânico, por que o tratamento do coronavírus é o mesmo de uma gripe comum”, observou.

O cuidado com ações de saúde estão sendo tomados pela pasta da área, mas Renan Filho apelou para a imprensa no sentido de se evitar as fakes news em torno do assunto, por que elas ferem mais do que o próprio coronavírus.

Já o secretário Alexandre Ayres acredita que o vírus ficará no Brasil durante curto espaço de tempo. Mas, enquanto estiver, disse ter capacitado equipes e montou grupos de trabalho desde que apareceram os primeiros casos na China.

Em suma, cada um tem que fazer a sua parte. Ou seja, prevenir-se.