26 de outubro de 2020Informação, independência e credibilidade
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O fanatismo é a pior arma de destruição em massa

Não votei em Bolsonaro, essa mancha na minha biografia eu não tenho.

Aliás, se a urna eletrônica é segura, onde estão todos os votos do Amoedo?

Porque fascista envergonhado diz que votou nesse rapaz do Partido Novo, mas, não se enganem: seria a mesma coisa desse governo, só que com diploma de nível superior e um pouco de polidez na hora de transferir renda dos mais pobres para os mais ricos.

Isso se chama liberalismo. É sacrificar vidas e almas em nome do interesse do “Deus Mercado”. Já sofremos com a alta nos preços dos alimentos porque, para o mercado, é mais vantajoso vender em dólar, para o exterior, do que alimentar brasileiros.

É pobre e está achando ruim? Continue batendo no peito e afirmando que é de direita, por conta de seu moralismo fuleiro, que os preços baixam.

Bolsonaro nunca teve um projeto de país, só de poder. É daquelas aberrações, tipo o deputado Severino, um ser mediano que chegou ao poder quando quem está por cima tropeça nas próprias pernas. É um Sassá Mutema bronco e grosseiro.

Afinal, a elite está disposta a pagar o caro preço dessa aventura perigosa, que ameaça a democracia e as instituições, para ver passar as reformas que tiram da base da pirâmide para sustentar o sistema desigual, sem, no entanto, tocar em privilégios.

O discurso na abertura da assembleia-geral da ONU foi vergonhoso. Ele não se envergonha de culpar Deus e o mundo pelas mazelas. Pôs nas costas dos índios pelo fogo que consome nossos biomas.

Um chefe de estado que tenta responsabilizar o Judiciário, governadores e até a imprensa pelas crises econômica e sanitária demonstra fraqueza e incompetência.

Pior é constatar que ele fala para seu eleitorado, apenas. Os fanáticos que desacreditam fatos para idolatrar o seu “mito”.

O desesperador é que ele já está lá. E ninguém move uma palha para desfazer essa m**** que o eleitorado fez.

O culto à personalidade é tão destrutivo quanto guerras e uso de drogas pesadas. Infelizmente, o Brasil paga esse preço.

A destruição é tão grave que nem o Capitão Planeta ousou se manifestar.

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