27 de janeiro de 2022Informação, independência e credibilidade
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Se o bem se unir, em 2022 a escolha será muito fácil

A pesquisa divulgada nesta terça-feira, 14, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), traz alguns dados animadores. Ela revela que, para 65% dos entrevistados, os estabelecimentos devem exigir o comprovante de vacinação dos frequentadores. Apenas 22% são contra.

Outro aspecto importante: dois em cada três brasileiros (66%) têm medo de conviver, diariamente, com pessoas que não tomaram nenhuma das doses da vacina contra a Covid-19.

A população brasileira, no geral, tem consciência dos riscos da Covid-19 e defende as medidas sanitárias para conter o novo coronavírus. Vide como, apesar das almas sebosas, a maioria tem decidido pela vacina e pela ciência.

Olha que dado preocupante: a pesquisa da CNI revela ainda que quem não recebeu nenhuma dose de vacina é quem tem menos medo de frequentar lugares públicos. “Enquanto 65% dos brasileiros totalmente imunizados têm algum temor de ir a shows e eventos, o percentual cai para 39% entre aqueles que não tomaram nenhuma dose do imunizante”, destaca a Confederação.

O poder econômico, que abraçou a candidatura do inominável, hoje precisa defender o óbvio para evitar que o país afunde ainda mais. O controle da pandemia é apontado como essencial para melhorar o ambiente econômico e para que o Brasil volte e crescer. Não adianta fazer as tais reformas que somente afligem os trabalhadores se a sociedade corre o risco de colapsar sob uma megaemergência sanitária.

“O crescimento econômico, a geração de emprego e renda serão mais intensos na medida em que conseguirmos acabar com a pandemia. A vacinação em massa foi determinante para contermos a disseminação do vírus. Nesse sentido, a CNI apoia todas as medidas que ajudam no combate à Covid-19”, comentou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

É uma luta que poderia estar quase vencida se quem está no poder tivesse vontade política de fazê-lo. Mas, infelizmente, os “homens de bem conservadores” venceram e todos nós sofremos as consequências.

Que essa situação nos sirva de lição e que, em 2022, os indecisos aprendam que, em determinados momentos não existe “uma escolha muito difícil”.