17 de outubro de 2021Informação, independência e credibilidade
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Se óbito também é alta, matar para ganhar dinheiro foi a estratégia

Infelizmente, é assim que opera grande parte da elite brasileira

Bruna Morato: revelação estarrecedora na CPI da Covid-19

Foi mais que estarrecedora a fala da advogada Bruna Morato, na CPI da Covid-19, quando narrou a série de crimes e assassinatos praticados pela Prevent Senior em suas UTIs. As vítimas eram idosos submetidos a cobaia de um tratamento alternativo a doença, sem autorização.

Morato é a advogada dos médicos que se recusaram a seguir a rota da morte imposta no tratamento da Covid, à base da cloroquina e outros placebos.

Os negacionistas, movidos pela cegueira ideológica, nem pestanejaram quando a advogada denunciou que a Senior mandava retirar o oxigênio dos pacientes com Covid, após 14 dias, por que “óbito também é alta”.

Sem dúvidas um crime em série. Com metodologia e a estratégia matar para ganhar dinheiro.

Esse foi o cenário montado pela operadora de saúde, em conluio com agentes de governo, que ensaiaram um enredo macabro cujo resultado foi um atentado à vida de milhares de pessoas, levando-as a morte.

Mas os negacionistas – pela razão já dita – também não ligam até hoje para os 600 mil brasileiros e brasileiras que morreram em função da incúria das autoridades para com a doença, quanto mais para mortes nas UTIs da operadora de saúde para idosos lá no mercado paulista.

Essa rede criminosa, sem respeito à vida dos semelhantes, há que ser responsabilizada na forma da lei. E isso não pode demorar, antes que todos se utilizem do dinheiro ganho com o crime para carimbar o passaporte em outro País.

Infelizmente, é assim que opera grande parte da elite brasileira.

Ou seja, valem mais os seus lucros no mercado do que vidas humanas.

Vidas idosas.