27 de novembro de 2021Informação, independência e credibilidade

Tag: Band

Luís Ernesto Lacombe deixa a Band após “mitar com bolsonarismo escancarado” e ser vetado

Luís Ernesto Lacombe deixa a Band após “mitar com bolsonarismo escancarado” e ser vetado

Brasil
O jornalista Luís Ernesto Lacombe decidiu deixar a Band, depois que seu programa, Aqui na Band, sofreu alterações. A atração foi criticada por contar pautas tendenciosas a favor de Jair Bolsonaro e está em processo de reformulação. Tanto Lacombe quanto Nathalia Batista, que comandava o programa ao lado dele, já haviam sido suspensos suspensos, assim como o diretor Vildomar Batista. Recém-contratada pela emissora, Mariana Godoy deve assumir o Aqui na Banda ao lado de outro nome de peso, que a Band deve anunciar nos próximos dias. O mais cotado é Zeca Camargo. O programa, de qualquer forma, terá um formato diferente, e não apelará ao bolsonarismo escancarado. Este que, defensores, imaginavam que resultaria em um sucesso de audiência: https://twitter.com/bernardopkuster/status/12
Irresponsável, idiota, imbecil, incapaz: Band parte pra cima de Eduardo Bolsonaro e Ernesto Araújo

Irresponsável, idiota, imbecil, incapaz: Band parte pra cima de Eduardo Bolsonaro e Ernesto Araújo

Vídeos
https://youtu.be/YN5CK7iwG04 A Bandeirantes, até então um dos canais parceiros do governo Bolsonaro, emitiu uma opinião editorial durante o telejornal desta sexta (20) sobre a crise diplomática com a China, iniciada por Eduardo Bolsonaro. E não faltaram adjetivos negativos, tanto para o filho do presidente Jair Bolsonaro, quando para o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Resta saber agora a reação de Bolsonaro e seus aliados: assim como Globo, Folha, Veja e outros meios de comunicação que não são 'aliados', o Grupo Band entrará na famigerada lista de "comunistas esquerdopatas" dos bolsonaristas?
Secom da Presidência da República privilegia clientes de Wajngarten e TVs religiosas

Secom da Presidência da República privilegia clientes de Wajngarten e TVs religiosas

Política
Fabio Wajngarten, responsável pela Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República) fez mudanças na estratégia e privilegiou na distribuição de verbas TVs sobre a reforma da Previdência, a maior e mais cara campanha de publicidade do Planalto, clientes de uma empresa do secretário e emissoras religiosas. Todas apoiadoras do presidente Jair Bolsonaro. Na primeira fase da campanha, de R$ 11,5 milhões, veiculada de 20 de fevereiro a 21 de abril, o plano de mídia definiu que a TV mais contemplada com recursos seria a Globo nacional, líder de audiência e que atinge maior público. Entretanto, após Wajngarten assumir o cargo em abril, a Secom mudou a orientação. Na segunda etapa da campanha, o plano de mídia excluiu a Globo nacional da lista de contratadas, mantendo
Relação ilegal: Chefe da Secom de Bolsonaro recebe dinheiro da Record e Band

Relação ilegal: Chefe da Secom de Bolsonaro recebe dinheiro da Record e Band

Brasil
Fabio Wajngarten, o Chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, recebe através de uma empresa que é sócio dinheiro das emissoras Band, Record e de agências de publicidade contratadas pela própria secretaria, ministérios e estatais do governo Jair Bolsonaro. A relação apresenta não só um conflito de interesses, como é proibida pela legislação, pois o governo não pode manter relação com empresas que possam ser afetadas por suas decisões. E a Secom é a responsável pela distribuição da verba de propaganda do Planalto e também por ditar as regras para as contas dos demais órgãos federais. A prática implica conflito de interesses e pode configurar ato de improbidade administrativa, demonstrado o benefício indevido. Entre as penalidades previstas está a demiss