26 de outubro de 2020Informação, independência e credibilidade

Tag: CPMF

Paulo Guedes do alto de sua arrogância: ‘prefiro esse imposto de merda’

Paulo Guedes do alto de sua arrogância: ‘prefiro esse imposto de merda’

Blog, Economia, Marcelo Firmino
Do alto de sua explícita arrogância, o ministro da Economia, Paulo Guedes, segue fiel ao estilo rasteiro de ser da maioria governista e joga a prepotência em sua defesa da criação da CPMF, imposto condenado antes pela sociedade brasileira. Nesta sexta-feira, 16, Guedes afirmou que não desiste da criação do imposto sobre transações financeiras nos meios digitais e aplicativos de celular. Só que usa certos contextos no argumento que, em qualquer outro governo, seria chamado, no mínimo, de sujeito deselegante. -Enquanto não houver uma solução melhor, eu prefiro esse imposto de merda. - Disse ele. Até parece que a merda virou boné ou passou a ser instrumento de primeira utilidade nas ações do governo. Talvez, inclusive, com um coach como vice-líder, senador Chico Rodrigues. E s
Guedes defende “tributos alternativos” (CPMF) com aval de Bolsonaro

Guedes defende “tributos alternativos” (CPMF) com aval de Bolsonaro

Economia
O presidente Jair Bolsonaro deu aval, nesta quarta (23), para emplacar a criação de um imposto a ser cobrado amplamente nas operações de pagamento no país. A iniciativa coube ao ministro da Economia, Paulo Guedes, ao lado de líderes do governo no Congresso. Guedes falou na criação de "tributos alternativos", que na verdade seria uma nova palavra para camuflar a criação de uma nova CPMF, como solução para garantir a desoneração da folha de pagamento. Ele também ligou o imposto ao financiamento do novo programa de renda mínima que será criado na PEC (proposta de emenda à Constituição) do Pacto Federativo, embora tal instrumento não garantiria o programa, visto que depende de corte de despesas por causa do teto de gastos. "Queremos desonerar, queremos ajudar a buscar emprego, facil
Governo recebe a sugestão no Congresso para criar o imposto do pecado

Governo recebe a sugestão no Congresso para criar o imposto do pecado

Blog, Marcelo Firmino
Praticamente sem dar reajuste ao salário mínimo em 2021, o ministro da Economia Paulo Guedes disse que o Brasil passa por uma grave crise de desemprego, o que impede o governo de cogitar a adoção de uma política de reajustes reais ao salário mínimo. Nada de diferente até agora quando se trata do trabalhador da base da pirâmide. Para não dizer que ficou sem nada, ele terá R$ 22 de acréscimo no salário, a partir do próximo ano, passando-o a R$ 1.067,00. A novidade mesmo do debate entre parlamentares no Congresso e a equipe do senhor Guedes foi a proposta a senadora do PP, Kátia Abreu. Ela propôs, para o governo arrecadar mais, o "Imposto do Pecado".  Isso mesmo, com todas as letras. O governo já decidiu recriar a nova CPMF - antes tão condenada pelo próprio presidente Jair Bo
Guedes diz ser um excesso chamar nova CPMF de ‘medieval’

Guedes diz ser um excesso chamar nova CPMF de ‘medieval’

Economia
O ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou as afirmações do relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que declarou que imposto sobre transações digitais é medieval. Segundo Guedes, Ribeiro cometeu um excesso. O ministro também defendeu o envio de uma reforma fatiada ao Congresso. Guedes quer criar um imposto sobre operações digitais, nos moldes da extinta CPMF, como contrapartida para acabar com a contribuição patronal de 20% sobre a folha de salários das empresas. "Até o deputado Aguinaldo cometeu um certo excesso, porque ele sugeriu que a Netflix e a Google já existiam na idade média, porque ele falou que imposto sobre [transação] digital é um imposto medieval. Então parece que já existia tudo isso na Idade Média. Os bispos, os padres, nas catedrais g
Senadores garantem que não aprovarão ‘nova CPMF’

Senadores garantem que não aprovarão ‘nova CPMF’

Política
O governo federal voltou a acenar com a recriação de um imposto para transações, nos moldes da antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). A ideia tem a oposição de senadores de diversos partidos e voltou a despertar reações contrárias nos últimos dias. A Comissão Mista da Reforma Tributária fará audiência com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na próxima quarta-feira (5). Guedes tem defendido que um novo imposto sobre transações financeiras com base de arrecadação diferente da CPMF original (extinta em 2007), mas ainda não adiantou detalhes sobre a proposta que seria enviada pelo governo. O líder da oposição, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirma que uma nova CPMF seria um subterfúgio do governo para aumentar a arrecadação sem tributar bilionár
Entrevista na Record: Bolsonaro fala de Carlos, CPMF, Moro e, claro, Cuba

Entrevista na Record: Bolsonaro fala de Carlos, CPMF, Moro e, claro, Cuba

Política
Pouco antes de receber alta do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, na segunda (16), após dez dias de internação, o presidente Jair Bolsonaro, que saiu sem falar com os jornalistas, concedeu uma entrevista exclusiva para a TV Record. Entrevista para o @jornaldarecord instantes antes de sair do hospital em SP. https://t.co/BaiGfggycp — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 17, 2019 Na oportunidade, ele aproveitou para defender o disparate conta a democracia do filho Carlos, que não parece ser muito fã de democracia, e outros temas espinhosos, como a exoneração de Marcos Cintra e o retorno do CPMF, mais a relação com o ministro da Justiça Sergio Moro e como o mercado brasileiro reagirá com o possível aumento do petróleo. Confira os principais trechos: Carlos Bolsonaro
Novo CPMF caiu, e se Queiroz é um laranja, Cintra é um bode expiatório

Novo CPMF caiu, e se Queiroz é um laranja, Cintra é um bode expiatório

Política
Depois de muito chove não molha, o imposto que viria ser a nova CPMF, não vingou. Sobrou para Marcos Cintra, que não é mais secretário da Receita Federal. Jair Bolsonaro, do hospital mesmo, ficou irritado e mandou o general Hamilton Mourão, presidente em exercício, mandou demitir Cintra. TENTATIVA DE RECRIAR CPMF DERRUBA CHEFE DA RECEITA. Paulo Guedes exonerou, a pedido, o chefe da Receita Federal por divergências no projeto da reforma tributária. A recriação da CPMF ou aumento da carga tributária estão fora da reforma tributária por determinação do Presidente. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 11, 2019 O Presidente viu na divulgação de detalhes da proposta de recriação da CPMF uma desobediência a pedido feito pessoalmente por ele à equipe econômica. Mas na ver
Nova CPMF vai ganhando força, completamente o oposto do que os Bolsonaros defendiam

Nova CPMF vai ganhando força, completamente o oposto do que os Bolsonaros defendiam

Expresso
O governo planeja em sua proposta de reforma tributária que saques e depósitos em dinheiro sejam taxados com uma alíquota inicial de 0,4%. A cobrança integra a ideia do imposto sobre pagamentos, que vem sendo comparado à antiga CPMF. Já para pagamentos no débito e no crédito, a alíquota inicial estudada é de 0,2% (para cada lado da operação, pagador e recebedor). O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já descartou nesta quarta-feira (21) a volta de um imposto sobre transações financeiras, como proposto agora por Paulo Guedes. Durante as eleições, a família Bolsonaro tratava como Fake News seu retorno. Curiosamente, a a CPMF era direcionada ao SUS, trazia benefícios. O novo imposto vai servir pra dar mais isenções ao empregador e cairá nas costas do trabalhador.
‘Pequenininha, não machuca’: Agora Guedes já defende retorno da CPMF

‘Pequenininha, não machuca’: Agora Guedes já defende retorno da CPMF

Economia
A Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira vai se tornando cada vez mais permanente. Paulo Guedes, ministro da Economia, já defende a criação de um imposto sobre pagamentos semelhante à extinta CPMF como forma de aliviar tributos sobre a folha de pagamento. Claro, ele desconversa, dizendo que uma tributação parecida com a CPMF seria um jeito eficiente e rápido de arrecadar imposto, desde que a alíquota seja baixa. "Pequenininho, o tributo não machuca". Paulo Guedes, ministro da Economia. Guedes, no entanto, declarou que o tributo é "horroroso", mas melhor do que manter os altos encargos que encarecem a contratação de empregados. Segundo ele, o imposto sobre transações "baixinho e que funciona" é uma forma de arrecadar dinheiro de forma mais rápida. "Entre um imposto