21 de maio de 2022Informação, independência e credibilidade

Tag: Ernesto Araújo

Com o cargo a perigo, Ernesto Araújo pediu feitos positivos de sua gestão, mas não encontrou

Com o cargo a perigo, Ernesto Araújo pediu feitos positivos de sua gestão, mas não encontrou

Brasil
Diplomatas têm tido dificuldade para listar feitos de Ernesto Araújo em seu um ano e meio à frente do Itamaraty. A lista precisa falar em aumento do número de parceiros comerciais. Entretanto, alguns diplomatas vêm pontuando que houve uma redução de 20% nas exportações brasileiras de 2018 para 2019, de US$ 58 bilhões para US$ 46 bilhões. Outro ponto que deverá constar da lista é uma maior aproximação com o Golfo Pérsico. Mas, nesse meio tempo, houve uma crise com o Irã, em janeiro, devido a um respaldo ao ataque americano, matando um oficial iraniano. Países do Golfo Pérsico que compõem a Liga Árabe também se indispuseram com a disposição do governo para trocar a embaixada em Israel de Jerusalém para Tel-Aviv. Próxima demissão Ao lado de Ricardo Salles, do meio Ambie
Países fazem reunião mundial na ONU para coalizão de reconstrução da economia e Brasil fica de fora

Países fazem reunião mundial na ONU para coalizão de reconstrução da economia e Brasil fica de fora

Economia
O governo brasileiro não faz parte da lista de mais de 50 países e entidades internacionais que se reúnem nesta quinta-feira para traçar uma estratégia para uma recuperação sustentável do mundo pós-pandemia. Os Estados Unidos também estão de fora. Sob comando da ONU, o evento é liderado pelo primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e da Jamaica, Andrew Holness. Banco Mundial, FMI e outras instituições também estarão presentes. Países como Argentina, Haiti, Costa Rica e Colômbia, além da UE, França, Alemanha, Japão e Reino Unido fazem parte da lista de países que farão parte do debate. Trata-se de uma "iniciativa conjunta para acelerara resposta global aos significativos impactos econômicos e humanos da COVID-19, e avançar soluções concretas para a emergência do desenvolvim
Ernesto compara isolamento social com campos de concentração e irrita lideranças judáicas

Ernesto compara isolamento social com campos de concentração e irrita lideranças judáicas

Política
Seguidor de Olavo de Carvalho, negador do aquecimento climático, defensor da ideia que o nazismo é de esquerda, conspirador contra o vírus e comunismo e agora alvo por antissemitismo. E é ministro no governo Bolsonaro. O Comitê Judeu Americano exigiu um pedido de desculpas do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, depois que o brasileiro comparou o isolamento social para conter o coronavírus aos campos de concentração nazistas que mataram milhões de judeus. A analogia foi feita no dia 22, quando o chanceler brasileiro publicou um texto em seu blog pessoal criticando um livro do filósofo esloveno Slavoj Zizek: "Os comunistas não repetirão o erro dos nazistas e desta vez farão o uso correto. Como? Talvez convencendo as pessoas de que é pelo seu próprio bem que elas
Ministro das Relações Exteriores afirma que coronavírus é um plano comunista

Ministro das Relações Exteriores afirma que coronavírus é um plano comunista

Política
Seguidor de Olavo de Carvalho, negador do aquecimento climático, defensor da ideia que o nazismo é de esquerda e agora conspirador contra o vírus e comunismo: um texto do ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, provocou críticas de especialistas. O ministro considera que o coronavírus é um plano comunista, e atacou a Organização Mundial da Saúde. O título do artigo do ministro é: "Chegou o comunavírus". "O coronavírus faz despertar novamente para o pesadelo comunista". Ernesto Araújo escreveu o texto a partir da leitura do livro "Vírus" de Slavoj Žižek, que ele apresenta como um dos principais teóricos marxistas da atualidade. O ministro critica o valor que os países estão dando para a Organização Mundial da Saúde neste momento e diz que "transferir poderes nac
Ernesto Araújo em carta STF: Judiciário não tem competência em política externa

Ernesto Araújo em carta STF: Judiciário não tem competência em política externa

Política
O chefe do Itamaraty e ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse em uma carta ao ministro do STF, Gilmar Mendes, que o Judiciário não tem competência sobre política externa, que a mudança na diplomacia atende a "mandato popular" e confirma mudança na postura internacional do País em temas de gênero. Olavista, Araújo alegou que a mudança na postura internacional do Brasil sobre temas de gênero e direitos humanos atende à vontade demonstrada pelo povo brasileiro nas urnas ao eleger Jair Bolsonaro. E alertou que não aceitaria o envolvimento do Poder Judiciário na formulação da políticas externa. As declarações acontecem num momento em que o STF avalia um pedido de liminar que apela para que corte determine a suspensão das ordens de Araújo a seus diplomatas e uma revisão
Com mentiras, Ernesto Araújo se enrola nos EUA ao explicar posições do governo

Com mentiras, Ernesto Araújo se enrola nos EUA ao explicar posições do governo

Política
Foram três dias nos Estados Unidos e o ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) não conseguiu explicar detalhes das medidas tomadas pelos americanos para ajudar no combate às queimadas na Amazônia. Não só isso, como ele foi pressionado pela imprensa estrangeira a explicar sua tese de que há uma tentativa de intervenção no Brasil quando o assunto é o clima e a crise na floresta. Essa conspiração é ecoada pelo chanceler, afirmando que políticos têm feito uso do discurso sobre aquecimento global para dar um caráter internacional à crise na Amazônia e, dessa forma, ferir a soberania brasileira. Uma jornalista do Los Angeles Times pediu que o ministro desse exemplos sobre essa possível intervenção. Na resposta, ele defendeu a ideia de que a limitação da soberania do território
Bolsonaro defende caronas a parentes: Esposa de Ministro usou avião da FAB para passar férias em Paris

Bolsonaro defende caronas a parentes: Esposa de Ministro usou avião da FAB para passar férias em Paris

Política
Não tinha como ser diferente: o presidente Jair Bolsonaro defendeu o uso de aeronaves presidenciais para dar caronas a parentes. Essa é a avaliação dele depois que descobriram a a esposa do chanceler Ernesto Araújo pegando carona em um avião da FAB para passar férias em Paris. Quando questionado, Bolsonaro respondeu que não tinha conhecimento sobre o tema, mas defendeu o uso do avião: "Se um avião presidencial nosso vai a algum lugar a serviço, não vejo nada demais em levar alguém no avião. Se está errado... Se tiver alguma norma dizendo o contrário... vou conversar com Ernesto". Jair Bolsonaro, presidente. O presidente aproveitou para se defender pelo uso de um helicóptero da Presidência que transportou convidados para o casamento de seu filho, Eduardo Bolsonaro. "Eu estava indo