27 de janeiro de 2022Informação, independência e credibilidade

Tag: morte

Tragédias no meio ambiente: deixar a boiada passar é a morte

Tragédias no meio ambiente: deixar a boiada passar é a morte

Blog, Marcelo Firmino
Governo nenhum no mundo deveria fechar os olhos à preservação do meio ambiente. As tragédias já rotineiras da mineração em Minas Gerais e em Alagoas com o crime da Braskem são provas reais que o descaso mata e sepulta vidas na lama, para a tristeza infinita de milhares de famílias. Lamentavelmente, em nome dos investidores do mercado que lucram bilhões de dólares com o sofrimento alheio, a cultura de tocar a boiada em frente é uma praxe antiga no Brasil. Toca a boiada, desmata-se a Amazônia para o agronegócio, para o garimpo ilegal em terras indígenas, para o contrabando de madeiras, com envolvimento direto até de ministro de Estado. Eles ganham; quem pode menos, morre. É a regra estabelecida. Toca-se a boiada para a mineração e vem o rompimento da barragem da Samarco (2
Renan diz que Bolsonaro é mercador da morte ligado a assassinos, armas e milícias

Renan diz que Bolsonaro é mercador da morte ligado a assassinos, armas e milícias

Blog, Marcelo Firmino, Política
Crítico ferrenho do presidente da República, o senador Renan Calheiros (MDB) disse nesta quinta-feira, 6, no Twitter que “Bolsonaro segue como mercador da morte”. A manifestação do senador se deu após o editorial do Jornal Nacional, da TV Globo, que acusou o presidente  de ser uma “afronta a verdade” e “desrespeitar o luto de milhares de brasileiros”, além de “desrespeitar todos os técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ao questionar qual seria o interesse da agência com a autorização da vacinação de crianças”. Renan disse que nessa pandemia Bolsonaro é o monstro e responsável principal pelo morticínio e que por isso foi iniciado por nove crimes na CPI da Covid-19, da qual o senador foi um dos principais integrantes, atuando com
Monstruosidade, irresponsabilidade e descaso no assassinato de Ben Donson

Monstruosidade, irresponsabilidade e descaso no assassinato de Ben Donson

Política
A monstruosidade tomou conta desses tempos e a sociedade passou a banalizar tudo, inclusive a morte, por que ninguém está preocupado com os interesses da coletividade. Apenas com o seu próprio eu. Morrem 600 mil brasileiros que foram atacados por um vírus - e muito mais - e grande parte das pessoas não demonstram nem um tipo de sentimento com o fato, tal como uma boiada no pasto, alheia ao redor. Mas, para que não fiquemos falando de virus, Covid, ou qualquer coisa assim, vamos de Uber. A invenção empreendedora do mercado neoliberal para jovens desempregados. Ou o novo emprego para os jovens, depois da falada, votada - e pouco assimilada pela maioria - reforma trabalhista. E Uber, aqui em Maceió, também nos remete a monstruosidade. É isso. Um jovem desse aplicativo, Ben Don
A morte toma conta do País e arrasta consigo o sorriso nacional

A morte toma conta do País e arrasta consigo o sorriso nacional

Blog, Marcelo Firmino
A morte parece tomar conta do País. E dessa forma ela vai levando embora o sorriso de cada um em cada alma que parte. E de repente leva também o sorriso de todos, quando arrasta consigo uma figura humana como o ator e humorista Paulo Gustavo. Há tempos o meio artístico brasileiro não via um talento tão raro para fazer arte de sorrir com maestria. A morte do ator deixa a vida nacional sem graça. Paulo Gustavo foi, sem dúvida nenhuma, a maior expressão do humor nacional das últimas décadas. Chorar nesse momento é pouco. Principalmente por que esse País tem hoje mais de 400 mil mortos. Vidas perdidas para esse vírus infernal, que foi subestimado, negado e negligenciado por tanta gente, o que lhe deu forças para agir furtivamente e matar. E assim, cá estamos no País da morte