18 de janeiro de 2022Informação, independência e credibilidade

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Tragédias no meio ambiente: deixar a boiada passar é a morte

Tragédias no meio ambiente: deixar a boiada passar é a morte

Blog, Marcelo Firmino
Governo nenhum no mundo deveria fechar os olhos à preservação do meio ambiente. As tragédias já rotineiras da mineração em Minas Gerais e em Alagoas com o crime da Braskem são provas reais que o descaso mata e sepulta vidas na lama, para a tristeza infinita de milhares de famílias. Lamentavelmente, em nome dos investidores do mercado que lucram bilhões de dólares com o sofrimento alheio, a cultura de tocar a boiada em frente é uma praxe antiga no Brasil. Toca a boiada, desmata-se a Amazônia para o agronegócio, para o garimpo ilegal em terras indígenas, para o contrabando de madeiras, com envolvimento direto até de ministro de Estado. Eles ganham; quem pode menos, morre. É a regra estabelecida. Toca-se a boiada para a mineração e vem o rompimento da barragem da Samarco (2
Câmara banaliza tragédias do Pinheiro, Brumadinho e Mariana com o estouro da boiada

Câmara banaliza tragédias do Pinheiro, Brumadinho e Mariana com o estouro da boiada

Blog, Brasil, Marcelo Firmino
A proteção ao meio ambiente é indispensável à vida do planeta. Sem fiscalização ambiental as tragédias viram rotina e o resultado vai muito além da tristeza. As tragédias de Brumadinho e Mariana, em Minas Gerais, do Pinheiro, Bom Parto, Mutange e Bebedouro, em Maceió, são provas inequívocas da necessidade de uma legislação ambiental forte. Quando isso não acontece, o homem paga com a vida: seja morrendo soterrado pela lama das barragens, como em Minas, seja pelo colapso na saúde, como no caso de Maceió, após o crime ambiental da Braskem. Mas, infelizmente, a sociedade se omite, se acomoda e deixa a boiada passar, como bem quer o governo, seguindo a cantilena do corrupto ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Só que quando "boiadeiros" passam a tanger a boiada de forma d