
Hoje (14), o governo dos Estados Unidos, inaugura a sua embaixada em Jerusalém, em meio aos conflitos entre palestinos contra o exercito de Israel, onde protestam em oposição à decisão do presidente norte-americano, Donald Trump. As principais autoridades norte-americanas participarão do evento, marcado para 16h (10h em Brasília), incluindo a filha de Trump, Ivanka, e seu marido, Jared Kushner.
Trump, por sua vez, não estará presente, mas fará um discurso em vídeo para cerca de 800 funcionários. Hoje, dia da cerimônia de inauguração, também é a mesma data em que o Estado de Israel completa 70 anos.
A nova embaixada será instalada em Arnona, Jerusalém Ocidental, em um prédio construído em 2010, dentro da seção de vistos do consulado-geral dos EUA.
Situação atual
Na manha de hoje, poucas horas antes da inauguração da embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém, o número de mortos nos conflitos entre palestinos e o Exército de Israel chegou a 10, incluindo um adolescente de 14 anos, informou o Ministério da Saúde de Gaza, nesta segunda-feira (14). Ao todo, são 500 palestinos feridos. Segundo a agência, entre as vítimas está Hamdan Qudeih, 21 anos, que foi morto a tiros, e outros 100 palestinos feridos.
A decisão de Trump no ano passado de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel estabeleceu, após décadas de neutralidade, a posição dos EUA sobre a questão, e a colocou em desacordo com a maioria da comunidade internacional. No último domingo à noite, Netanyahu recebeu a delegação dos Estados Unidos enviada pelo chefe da Casa Branca e definiu o momento como “histórico e corajoso”. (ANSA)














