
Não foi fácil para o CSA. Depois de perder o primeiro jogo por 1 a 0, em Arapiraca, e de enfrentar um ASA bem fechado na segunda partida da semifinal, no Estádio Rei Pelé, o Azulão conseguiu o que precisava para chegar à final: uma vitória simples, por 2 a 1. O gol da vitória veio aos 51 minutos do segundo tempo, carimbando a presença do time marujo na decisão do Alagoano.
Depois de muita pressão no primeiro tempo de jogo, o time azulino chegou ao primeiro gol aos 27 minutos da etapa final, após erro do zagueiro alvinegro Caíque Baiano que, em disputa com Leandro Souza, acabou colocando a bola na sua própria meta, começando a mudar a história da semifinal.
Com mais espaços em campo, o CSA por pouco não ampliou sua vantagem, mas o ASA continuou lutando, insistindo na busca pelo empate. No fim da partida, as substituições do técnico Jaelson Marcelino surtiram efeito e o atacante Jean Carlos, que entrou no lugar de Carlos Caaporã, conseguiu o improvável, empatando a partida aos 47 minutos da etapa final.
Enganou-se quem pensou que o roteiro épico da partida já estaria encerrado. Aos 51 minutos – seis além do tempo regulamentar – o CSA chegou ao tão desejado gol da vitória. Após cobrança de escanteio na esquerda, a retaguarda do ASA cortou no primeiro momento, mas Boquita, da meia-lua, acertou uma bomba que desviou na zaga alvinegra e fez explodir a massa azulina no Estádio Rei Pelé. Uma classificação cheia de drama e de muita emoção.
O CSA espera agora o vencedor do confronto deste domingo (25) entre CRB e Coruripe, no Estádio Rei Pelé, para conhecer seu adversário na luta pelo 38º título alagoano de sua história.
Ficha do jogo:
Árbitro: Wagner Reway-MT (Fifa)
Auxiliares: Alessandro Álvaro Matos-BA (Fifa) e Bruno Boschilia-PR (Fifa)
CSA: Alexandre Cajuru; John Lennon, Leandro Souza, Xandão e Rafinha; Yuri, Boquita, Didira (Celsinho) e Daniel Costa (Dawhan); Echeverría (Taiberson) e Josimar. Técnico: Marcelo Cabo
ASA: Dida; Chiquinho Alagoano, Caíque Baiano, Lucas Bahia e Lucas Piauí; Cal, Luiz Gustavo (Wesley), André Beleza e Juliano (Isaías); Rômulo e Carlos Caaporã (Jean Carlos). Técnico: Jaelson Marcelino














