
Especialistas em medicina veterinária alertam para os efeitos do longo período em que cães permanecem sozinhos em casa. A orientação é que os tutores reduzam o tempo de isolamento dos animais e busquem alternativas para garantir acompanhamento durante o dia.
No Brasil é comum que cães permaneçam sozinhos por cerca de 10 a 12 horas enquanto os tutores estão fora para trabalhar. Em alguns países, como a Inglaterra, deixar o animal sozinho por mais de quatro horas pode ser considerado maus-tratos.
Uma das recomendações feitas por profissionais da área é a contratação de um pet sitter ou passeador de cães. Esses profissionais podem visitar o animal durante o dia para realizar passeios, atividades físicas ou momentos de interação.
A orientação também é considerada importante em casos de animais recém-adotados ou que chegaram recentemente ao novo lar. A ausência prolongada de acompanhamento nesse período pode favorecer comportamentos como destruição de objetos ou eliminação de fezes e urina em locais inadequados, situações que podem gerar dificuldades na adaptação do animal à casa.














