O fim de semana foi de presença ativa de Michel Temer no Twitter, que postou e compartilhou várias mensagens. Mas, embora seu braço direito tenha sido acusado de tentar obrigar o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, a praticar um ato de corrupção, Temer agiu como se seu governo não estivesse mergulhado dos pés à cabeça em um grande escândalo.

O presidente se dedicou a temas diversos, como o sucesso do tesouro direto, o dia da consciência negra, o helicóptero da PM que caiu no Rio e a Petrobras.
O silêncio de Temer sobre o destino de Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) não passou em branco e o internautas inundaram o perfil do presidente de cobranças sobre o escândalo.
Nesta segunda-feira, a oposição representará contra Geddel por advocacia administrativa (usar o cargo em benefício próprio) e contra Temer por prevaricação, uma vez que ele foi alertado por Calero e não agiu; ao contrário, manteve Geddel como ministro.
Diante do fato escandaloso, o Planalto já analisa a situação do ministro como sendo um caso insustentável.














