Marcada para esta terça-feira, 12, a posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acirrou os ânimos entre os integrantes da Corte, com o fato de Marques ter enviado convites a
Ex-presidentes da República, Collor e Bolsonaro são condenados na justiça e ambos estão cumprindo pena em prisão domiciliar, em uma deferência da própria justiça.
O caso gerou um efeito político oposto ao discurso de pacificação, uma vez que Nunes Marques acirrou as tensões internas no Supremo Tribunal Federal (STF).
O caso está sendo considerado estranho entre membros das instâncias superiores do Judiciário, pois além de gerar desconforto, incita bolsonaristas que voltam a articular uma anistia ampla aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023.
Segundo o colunista do Correio Braziliense, Luiz Carlos Azedo, gesto do novo presidente do TSE foi interpretado por integrantes do Supremo como um cavalo de pau na atuação da Corte durante as eleições, além de fortalecer o discurso da oposição no Congresso, especialmente do PL, partido de Jair Bolsonaro














