
O programa de cisternas para matar a sede da população a sertaneja, principalmente em Alagoas, segundo o deputado federal Paulão (PT), era uma verdadeira festa e fazia a diferença na qualidade de vida no semiárido.
Mas, disse ele, que os dados revelam que o programa de cisterna foi desmontado pelo governo Bolsonaro, como foi o luz para todos, o Pronaf e o PAA – Programa de Aquisição de Alimentos – da agricultura familiar.
Lembrou o deputado que o programa de cisternas já obteve reconhecimento internacional, ganhando um prêmio da ONU (Organização das Nações Unidas) em 2017, o Prêmio Política para o Futuro da UNCCD (Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação).
No entanto, segundo ele, hoje o déficit de cisternas no semiárido é 350 mil unidades, segundo a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), uma rede de organizações da sociedade civil formada por ONGs, instituições sindicais, religiosas e de agricultores familiares.

“O que nós temos aqui é um verdadeiro crime contra a população que mais precisa no sertão do País, notadamente dos sertanejos alagoanos que foram dignamente atendidos durante os governos de Lula e Dilma. Agora, praticamente desassistidos, sofrem as consequências de um governante irracional, incompetente e criminoso, sem nenhum compromisso com os pobres do Brasil”, disse Paulão.
Recursos – Ele ainda declarou que o governo tinha este ano recursos na ordem de R$ 63 milhões orçados para o programa de cisternas. “Mas o que fez foi reduzir o dinheiro pela metade e até agora não aplicou um centavo na construção de cisternas no sofrido sertão nordestino”, acrescentou.
Por fim, declarou que o governo Bolsonaro caminha para fechar o pior ano de implantação de cisternas para populações de regiões que convivem com a seca desde 2003, quando foi lançado o programa federal sob Lula (PT).














