Michel Temer já foi avisado pelos líderes da base aliada que não há mais como segurar. Liderados pelo PSDB, partidos aliados ao PMDB na sustentação do governo de Michel Temer consideram que o peemedebista perdeu as condições de ficar no cargo. O ex-ministro Nelson Jobin é o nome citado para o Planalto, em caso de eleição indireta
Interlocutores já foram ao Palácio do Planalto e colocaram a situação insustentável para o presidente, que tenta de todas as maneiras se segurar no cargo, apesar de todas as evidências de corrupção em que está envolvido.
Como o peemedebista resiste em renunciar na esteira da delação da JBS na Operação Lava Jato, a solução será contar com a cassação da chapa eleita em 2014 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), segundo dizem lideranças tucanas, que pretendem ver Fernando Henrique Cardoso no lugar de Temer.
Antes havia a expectativa de que o TSE livraria Temer de punição, apesar das provas reunidas no processo que será julgado no próximo dia 6. No entanto, agora o consenso é de que a cassação resolveria o impasse institucional e livraria o presidente da “confissão de culpa”, como ele chama a hipótese de renúncia.
Como bônus, Temer sempre poderá culpar Dilma pelas irregularidades na campanha.
Nas cúpulas partidárias que costuram o pós-Temer, dois nomes despontam para uma candidatura de consenso em caso de pleito indireto : Nelson Jobim (PMDB) e Tasso Jereissati (PSDB).














