
O espancamento de dois turistas do Mato Grosso, em Porto de Galinhas, Pernambuco, trouxe à tona nas redes sociais vários relatos de turistas por cobranças consideradas abusivas nas praias em várias regiões do País.
Nos relatos dos próprios internautas os casos abusivos de cobranças exorbitantes por serviços nessa temporada incluem, no Nordeste os Estados de Alagoas e Pernambuco, sobretudo nos valores elevados para aluguel de cadeiras, guarda-sóis e nas vendas de alimentos.
Porto de Galinhas é um referencial na exorbitância contra os turistas, no lado de Pernambuco, e nas Alagoas, a região de São José dos Milagres, praias do Francês e Gunga.
No sul também
Em comentários publicados nas redes, turistas afirmam que os preços altos não se restringem ao Nordeste, onde também se sobra R$ 150,00 por seis pequenos pasteis de queijo e R$ 200,00 “pela sombrinha”.
“Em Arraial do Cabo cobram R$ 200 pela cadeira com guarda-sol”, escreveu um internauta. Outro relatou situação parecida em Santa Catarina: “Em Balneário Camboriú estão cobrando R$ 200 por um guarda-sol”, relatou um turista na internet
Em Alagoas, o Ministério Público já determinou fiscalização nas praias de Maceió pela cobrança de alugueis de cadeiras e guardas sol por conta de barracas que já tratam parte das praias como áreas privadas.
Em Pernambuco, a polícia de Pernambuco já identificou quatorze pessoas da multidão que agrediu um casal de turistas na praia de Porto de Galinhas, em Ipojuca, no final de semana. A governadora Raquel Lyra (PSD) chamou o caso de “inadmissível” e afirmou que todos os envolvidos serão responsabilizados.
O episódio de violência contra os turistas Johnny Andrade e Cleiton Zanatta, de Mato Grosso, ocorreu no último sábado, 27, durante uma discussão sobre o aluguel de cadeiras de praia.














