
Ora veja, quem diria. Eduardo Bolsonaro, Alexandre Ramagem e Carla Zambelli fugiram do Brasil e continuam deputados federais do PL, de Jair Bolsonaro, morando nos Estados Unidos e na Itália. Só que ela, numa cela de prisão.
Processados, condenados, mas continuam no mandato, graças a uma Câmara, cuja maioria, só vê crimes nos seus opositores. Desta forma, querem o direito de praticar à vontade, sem nenhum aperto da lei.
Essa tem sido a praxe de uma gente que se sente acima do mal e espalha entre os desavisados que pratica o bem.
A cara de pau é tamanha que esses parlamentares mantém, mensalmente, uma verba de gabinete dos cofres públicos acima de R$ 125 mil, pagos pelo dinheiro público. Isso sem falar no custo público que eles representam fora do País, hoje acima de R$ 1,7 milhão.
E é essa mesma gente que enche a boca para falar da corrupção dos outros.
Como se não bastasse, segundo o Globo, esses “parlamentares” ainda tiveram o direito de destinar, cada um, R$ 80,5 milhões em emendas individuais para o orçamento de 2026, benesse devidamente autorizada pela diretora da Câmara, numa verdadeira afronta à moralidade pública e à justiça brasileira.
Assim, segue o bolsonarismo: A “mamata” com o dinheiro público é um mar de excelência para quem acha que a terra é plana.
Agora imagina se os três condenados fossem “petistas” e estivessem morando na casa da “Mãe do calor de figo”, o que essa turma não estaria dizendo agora?
Mas, eles fugiram para os Estados Unidos e a Itália. E aí o silêncio segue conivente com a corrupção.














