Ah, Brasília… aquela cidade onde até o café da manhã pode vir acompanhado de uma batida policial. Nesta sexta‑feira, a Polícia Federal chegou com seu kit básico: mandados de busca e apreensão em dois endereços ligados a Jair Bolsonaro, incluindo sua mansão no Jardim Botânico e a sede do Partido Liberal.
Mas não parou por aí. O STF, sempre gente fina, decidiu que nosso ex‑capitão deveria ganhar um acessório fashion: tornozeleira eletrônica, toque de recolher das 19h às 7h, proibição de redes sociais, comunicação zero com aliados ou embaixadores — e, de quebra, sem viagens à noite fora do Distrito Federal.
Parece que a PF, além de recolher celulares, pendrives e… US$ 14 mil em espécie (R$ 8 mil, para quem se interessar), decidiu que a vigília não pode parar. Afinal, quando a investigação do inquérito da tentativa de golpe (PET 14.129) chega perto demais, já era: toca a fechar o cerco.
E claro, não faltou drama político com Trump no páreo. O ex-presidente americano soltou aquela cartinha: “ué, por que isso?”, criticou a ação como caça às bruxas e ameaçou tarifas de 50% — clássico tempero diplomático, né?
Enquanto isso, Bolsonaro e defesa dizem estar “surpresos” e “indignados” — como se não tivesse visto nada até agora. A defesa promete um pronunciamento depois que ler os autos, coitados. Só faltou reclamar da ausência de café decente no STF.
No fim, o resultado é evidente: o cerco não só se aproxima, como se eletrifica — literalmente. A tornozeleira não só monitora cada passo, mas simboliza o estado atual: pautado, vigiado, sem margens de manobra. O ex‑presidente até pode circular, mas com pulseira, aviso verbal e GPS; o show segue, com tudo sob controle.
E que venham os próximos capítulos — com mandados, provas, testemunhas… e, por que não, mais acessórios de moda judicial.














