
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está emparedado no Planalto, após o motim do Congresso Nacional contra o governo e as políticas públicas no País.
O congresso fez a opção pelos ricos e empoderados senhores do mercado financeiro e, praticamente, comprometeu as ações de ministérios que atuam no campo social, com programas de assistências as pessoas mais pobres do País.
O curioso nessa história – o que revela a estrutura de um motim – é que a derrota do governo, durante votação do IOF na Câmara, contou com as participações de parlamentares, cujos partidos controlam 14 ministérios na esplanada.
Votaram contra o governo: MDB, PP, União Brasil, PSD, PDT e PSB.
A organização do levante teve como principal comandante o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), discípulo dos ex-presidente da casa, Eduardo Cunha e Arthur Lira.
Motta anunciou a votação do IOF, nas redes sociais, surpreendendo até lideranças da oposição ao governo. E o fez inclusive, após o governo liberar R$ 1,7 bilhão de emendas parlamentares que estavam sendo cobradas por ele e lideranças partidárias.
E é exatamente a liberação de recursos para deputados e senadores, via orçamento secreto, que está o nó da questão.
Sem dinheiro, sem acordo.
No embalo de “e que tudo o mais vá pro inferno”…














