A intolerância e a insatez andam juntas no atual momento vivido pelo País e, sem medir as consequências das histrionices pratiacadas, muita gente acaba se dando mal.
Imagine que em junho deste ano o ex-ministro Guido Mantegna foi a um restaurante em São Paulo e la acabou sendo agredido moralmente e teve que deixar o local em completo estado de constrangimento.
Os agressores foram dois empresários paulistas que, na onda do momento, chamaram o ex-ministro em alto e bom som de “sem vergonha, ladrão e palhaço”. Depois disso se sentiram mais homens que todos os outros da terra.
Após deixar o restaurante o Mantegna procurou o advogado José Roberto Batochio e processou os agressores por injúria, calúnia e difamação. O processo correu, o calo apertou e os dois agressores procuraram o ex-ministro e pediram “perdão”.
Resultado: Os dois agresores se disseram arrependidos e afirmaram que Mantegna é um homem “probo, digno e honesto”.
Pois é. No picadeiro da vida real há um longo caminho antes de fecharem as cortinas,














