14 de maio de 2021Informação, independência e credibilidade
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Doente e com fome, o Brasil perece

Os telejornais voltaram a dar aquelas notícias que há tempos não via: pessoas passando fome aos montes, recebendo alimentos de doadores.

Isso é reflexo de uma dura e triste realidade. O Brasil voltou ao mapa mundial da fome. Isso era previsível, pois, o povo, iludido, escolheu um projeto neoliberal para a Nação. Ou seja, optou pela concentração de renda e de exploração dos mais vulneráveis, que é inerente a este modelo de sociedade.

A pandemia só fez acelerar o processo, que poderia ser minimizado caso no mais alto cargo do país houvesse um estadista com visão social.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), quando a fome alcança patamar acima de 5% da população, o país começa a aparecer no mapa da fome, criado pela entidade no início deste século.

“O Brasil, desde o início deste processo, ele apareceu no mapa da fome, saindo do mapa da fome – ou seja, a cor dele ficou clara a partir do ano de 2014, devido a inúmeras políticas públicas que os governos brasileiros tiveram ao longo dos últimos anos”, disse à TV Bandeirantes o diretor do Programa Mundial de Alimentos da ONU, Daniel Balaban.

O governo atual não gosta de pobres. O ministro da Economia, Paulo Guedes, já reclamou que essas pessoas querem viver cada vez mais, aumentando o déficit do governo.

A morte pela fome e por Covid-19 é um projeto de governo.