
A correria para a formatação de chapas para as disputas eleitorais nos planos estadual e federal varou a madrugada deste sábado. Mas, os nomes reais em cada grupamento político ainda vai demorar a sair.
Surpresas, insatisfações e trairagens virão. Como ainda não faltará gente pousando de decente, honesto e digno para se apresentar ao eleitorado e ao próprio partido como ser isento de complôs que armou contra desafetos de ocasião.
Mas, ainda assim aparecerão os eufóricos certos de que já estão vitoriosos, sem sequer levar em consideração a mineirice de Tancredo Neves quando disse que “eleição e mineração só se sabe depois da apuração”. E é exatamente assim.
No meio desse imbé há corações partidos e egos e superegos em sessão de açoites. Assim, uns cantando vitória muito cedo e outros querendo levar flores para a cova do “inimigo”, como bem dizia a canção de Belchior.
E é a mesma canção que ainda diz: Mas o dinheiro é cruel/E um vento forte levou os amigos/Para longe das conversas, dos cafés e dos abrigos.
Que a justiça esteja atenta. Afinal as informações falam em gastos de R$ 1 bilhão na corrida eleitoral alagoana.
Aliás, esse é um mal antigo.














