
Não há como não se indignar com o extremismo idiota e golpista dessa gente que surfa no terreno do nazifascismo e visa, tão somente, aniquilar a democracia no Brasil.
Basta ver: o senhor ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) deixou claro em entrevista ao Metrópoles, uma articulação com aliados ligados a Donald Trump para que os Estados Unidos não reconheçam o resultado das eleições brasileiras, caso seu irmão, Flávio Bolsonaro, não seja o vencedor.
Impressionante o descaramento. O extremista líder da direita brasileira foi além ao afirmar que “pode ser que a gente esteja diante de, pela primeira vez na história, não ter uma eleição brasileira”.
Não se trata apenas de uma ameaça, mas de ação orquestrada contra a democracia e a soberania do País. É a manifestação iracunda da pretensa imposição que ele sonha para o País. Algo como ou somos nós ou se acaba tudo…
Há muitos que aplaudem. E até surfam nessa idiotia desatinada. Mas, na verdade, é fundamental que haja ação, do ponto de vista de justiça, em defesa da Constituição e da nação brasileira. Afinal, o sujeito diz na entrevista que com a eleição do irmão, ele, naturalmente, se livrará da cadeia. Ou seja, o irmão decidiria pela justiça…
Essa alucinação de uma gente tresloucada, fomentando um golpe atrás do outro contra o Brasil, é mais que doentia.
É o culto irascível ao totalitarismo!
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