25 de julho de 2021Informação, independência e credibilidade
Brasil

Mais 30 países proíbem entrada de brasileiros devido ao descontrole da Covid no Brasil

Informação é da Associação Internacional de Transportes Aéreos

 

Brasileiros são proíbidos de entrar em mais de 30 países

Devido ao descontrole da Covid-19 no Brasil, cerca de  33 países proibiram a entrada de brasileiros em seus territórios. O caso do colapso da saúde em Manaus agravou a situação da saúde pública brasileira.

A alegação é de que o decontrole da pandemia no Brasil coloca em risco a situação dos demais países, caso as fronteiras sejam abertas para o livre trânsito.

A maioria dos países está na Europa, um dos principais destinos turísticos dos brasileiros – mas nações de ao menos três continentes diferentes impediram a entrada de brasileiros em suas fronteiras.

Os dados foram coletados pela IATA (Associação Internacional de Transportes Aéreos, na sigla em inglês), que regulamenta o setor aéreo internacional e mantém uma plataforma própria para acompanhar tais casos.

Enquanto países do Mercosul e da América do Sul mantém poucas restrições à entrada de brasileiros em se território – tais como a necessidade de um teste PCR feito nas últimas 72 ou 96 horas – o Uruguai só aceita brasileiros em trânsito nos seus aeroportos, a caminho de outros locais. Outros continentes tendem a adotar medidas mais duras contra brasileiros.

Os Estados Unidos e o Canadá proibiram a entrada de cidadãos brasileiros no seu território. Os Estados Unidos não permitem que nenhum passageiro que esteve no Brasil nos últimos 14 dias entre no país, independente da nacionalidade. Os canadenses autorizam que apenas cidadãos pátrios entrem no país.

Na Europa, os 27 países integrantes da União Europeia mantém regras impedindo a chegada de brasileiros ao país. São eles: Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Alemanha, Irlanda, Dinamarca, Polônia, Chéquia, Áustria, Eslovênia, Eslováquia, Romênia, Bulgária, Hungria, Grécia, Croácia, Malta, Chipre, Suécia, Finlândia, Estônia, Lituânia e Letônia.

Na Ásia, China e Japão adotaram o mesmo procedimento.