
Não faz muito tempo que a mulher do ex-juiz Sérgio Moro disse que “Moro e Bolsonaro são uma coisa só”.
Pelo que se percebe, ela estava prenhe de razão. Eles são cada vez mais parecidos, tanto na “filosofia” política como nos procedimentos.
Bolsonaro quando se viu derrotado, sem poder, após eleições do ano passado, entrou em depressão, esperneou, chorou e fugiu do País para os Estados Unidos com um cartão de vacinação da Covid fraudado no sistema SUS.
Agora, é Sérgio Moro quem ameaça fugir para os EUA. Depois da cassação do mandato do amigo de conluio na justiça, o deputado paranaense Deltan Dallagnol, ele entrou em desespero temendo que aconteça o mesmo com o seu mandato, uma vez que responde processo de cassação movido pelo PL, o partido do próprio Bolsonaro.
Ele, inclusive, já falou com velhos parceiros americanos para que lhe arranjem um bom emprego por lá. Sua tese é renunciar ao mandato, fugir do País e dizer que é “perseguido politicamente”.
Só está esbarrando em uma coisa: Sua “conje”, Rosângela Moro, que também foi eleita deputada federal por São Paulo, na esteira do bolsonarismo, gostou tanto do poder que já disse ao marido que não vai deixar o Brasil.
Agora é Moro quem está em depressão.














