Muito longe de um ideal de boas intenções, Magno Malta nega tapa na cara de enfermeira

É mais uma de quando a política retira o seu foco da ética para se concentrar no desejo de autoproteção e na vitória a qualquer custo

Honestidade e boas intenções no meio político, sobretudo na atualidade, são raridades nítidas.

Costumeiramente, o política retira o seu foco da ética para se concentrar no desejo de autoproteção e na vitória a qualquer custo, distanciando-se de um ideal de boas intenções. É fato e o Congresso Nacional demonstra isso, claramente.

Via de regra, a quase totalidade da classe política navega o mundo com um princípio básico de Maquiavel: O de que “boas intenções sem poder e astúcia são ineficazes na condução da vida pública”. Ou seja, para essa gente vale o culto de que os fins sempre justificam os meios.

Não é por acaso que o senador bolsonarista Magno Malta ao ser denunciado por agressão a uma técnica de enfermagem, dentro de um hospital de Brasília, passou a negar o fato alucinadamente.

Isso é método; sem princípios por que esses não importam.

O cidadão do alto do seu poder senatorial, de acordo com a jovem agredida, ainda a chamou de “imunda” e “incompetente”, tal como um valentão de ocasião contra uma mulher.

O argumento dele é que a funcionária do hospital fez um procedimento errado em seu braço na hora de colocar “um cateter” e por isso sentiu dores. Daí vieram as consequências.

Após a denúncia do malfeito, “Sua Excelência”, em vídeo, passou a posar de santo, negando tudo: “É mentira! Eu nunca bati em ninguém”…

Simples assim. Mas, quem não te conhece que te compre.

 

 

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