2 de março de 2024Informação, independência e credibilidade
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Novos ricos do grupo do Gabi e a depressão do Davan sem comissão, nem namorada

Ou quando Davan Tonelada ameaça denunciar Pastor na Comissão de Direitos Humanos da OAB

Uma vodka para o Tonelada. E só

Esta sexta-feira, 18 de novembro, teve tudo para ser o dia da implosão do grupo do Gabiru, que com os atenuantes duvidosos, tornou-se grupo do “Gabi”.

Coube ao amigo Considerado pedir calma e serenidade ao parceiro Davan, que estava inconsolável na mesa do bar por contra de um negócio que não deu certo.

Já não basta a confusão política entre eles, agora o caldo entornou com o surgimento dos novos ricos no pedaço. Eles, sobreviventes risonhos do crime ambiental da Braskem.

Isso por que pelo menos dois deles tinham negócios no Pinheiro e, recentemente, receberam “a bufunfa”. “Carneirão Zabumbeiro”, ex empreendedor do bairro, recebeu a bagatela de R$ 8 milhões, mas deixou claro que tinha direito a R$ 12 milhas…

De qualquer forma está milionário e entregou o dinheiro ao genro para aplicar no mercado financeiro. O garoto esperto agora marca presença em todo lugar que o sogro vai. Nas redes sociais o genrinho se apresenta de verde e amarelo com o slogan “Bra$il acima de tudo”… Assim mesmo com o cifrão.

Agora, ele e o sogro são os verdadeiros homens do mercado no grupo do Gabi, mas sob o desconfiado olhar do pastor, futuro prefeito de Joaquim Gomes.

Já o outro personagem endinheirado é o Manguito. Empresário de mais de 40 anos no Pinheiro recebeu algo em torno de R$ 3 milhões. Segundo o próprio Davan Tonelada, um homem movido à vodka.

Primeira providência do Tonelada foi encostar no milionário e propor a compra de espaços em outro bairro, para a instalação do negócio do seu Manguito, de forma mais arrojada e moderna como bem mandam as estratégias de comunicação das redes sociais e aplicativos diversos.

O popular “Ton” é um consultor de imóveis “afamado” e logo viu a oportunidade de também ganhar uma gorda comissão nos negócios propostos. Não encontrou brecha com Carneirão por causa do genrinho, mas descobriu um atalho que chegou nos interesses de Manguito.

Tonelada foi ao aquecido mercado imobiliário, encontrou o espaço ideal e fez as recomendações devidas. Só que Manguito colocou uma pessoa de sua absoluta confiança para negociar diretamente com o proprietário da área desejada. Negócio fechado.

Quando soube que tudo estava em perfeito acordo, mas sem a sua presença, Tonelada estranhou. Mas ainda deu pulos de alegria por que o vendedor era também seu amigo e logo mentalizou uma gorda comissão entrando em sua conta bancária. De um lado e do outro.

Como nenhum  dos lados se manifestou, ele se embriagou no Grutinha, o bar do Toinho, e protestou: – Levei um cano inexplicável. Estou deprimido.

-Mas o que houve, que história é essa? – Perguntou Dudu Santinha.

-O problema é que o Manguito disse que não podia pagar por que eu não tenho Creci. E o Zé do Bofe, meu amigo que vendeu a área, disse que fez negócio direto com o comprador e não me devia nada.

-Assim mesmo Ton, nem um centavo? – Insistiu o Dudu, do judiciário.

-Assim mesmo. O idiota disse que só me daria um litro de vodka Popov.

No meio da conversa, Paulo Motosserra orientou ao Tonelada para contratar o escritório advocatício da Babalau – Batoré e Pastorlau associados – para entrar na causa.

Tonelada deixou claro que não queria por que o Batoré disse a ele que não se envolveria nesse caso, por que todos eram amigos.

-Já o Pastor foi na minha casa para propor a ação.

-E então?

-Rompi com o pastor, Motosserra.

-Mas, por quê?

-Ele chegou no apartamento e minha namorada estava lá.

-E o que houve?

-Ele passou mais tempo olhando pra ela do que falando comigo.

-Mas isso não tem nada a ver, amigo.

-Uma ova. No mesmo dia ela me largou e passou a namorar com ele.

-Eita negão, assim é melhor aceitar a vodka Popov.

-Por quê, porra?

-Por que a depressão vai aumentar. Além de perder a comissão você levou foi gaia…

-É mas eu posso denunciá-lo na Comissão de Direitos Humanos da OAB.

-Pois é. Essa é uma boa desculpa pra corno, Davan…