2 de dezembro de 2021Informação, independência e credibilidade
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O torcedor regatiano merece muito mais que a mesmice de 30 anos

Conselheiro diz que atletas pediram R$ 75 mil por cada jogo, mas diretoria ofereceu R$ 35 mil

CRB: paixão e fé do torcedor

A paixão cega do torcedor regatiano não lhe permite acreditar em muitas coisas. É mais fácil e cômodo fazer a profissão de fé na jornada pura e simples.

E nessa profissão o futuro ao longo desse tempo de disputas na série B continua uma meta a ser alcançada.

Já são mais de 30 anos na B e em alguns casos batendo à porta da série A, mas sem concretizar o que seria o objetivo da maioria dos torcedores.

Nesse tempo, muitas jogadas ocorreram dentro e fora de campo mexendo com mentes, corações e sentimentos de uma massa torcedora alheia aos bastidores e aos interesses de cada agente envolvido no processo.

O jogo contra o Brusque, onde o Galo perdeu por 1 a 0, reforça a revelação de um conceituado conselheiro, ex-diretor vitorioso no clube, que declarou a existência de situações infelizes nos bastidores.

Lá atrás, antes de o time regatiano deixar de vencer 8 partidas dentro de casa, o ex-dirigente confidenciou que o elenco pediu a diretoria R$ 75 mil por cada jogo, para classificar o time, além dos salários.

Mas, segundo ele, a oferta da direção foi R$ 35 mil. A equipe não aceitou.

O dirigente não autorizou revelar o seu nome, mas por ser quem é, homem com larga folha de serviços prestados ao clube, não tive por que duvidar e relato a história.

Se alguém vai acreditar, xingar, esbravejar com todo o sentimento da paixão inerente ao torcedor, não me incomoda.

Incomoda mais o fato de a cada ano de série B o Galo viver a mesmice.

O torcedor regatiano merece muito mais.