Assim como o presidente Michel Temer vive, enquanto político, como o maior índice de impopularidade no Brasil, 97% de rejeição, segundo as pesquisas divulgadas ate então, em Alagoas há um outro político com mandato que, neste quesito, segue os passos do homem do Planalto.
Trata-se o prefeito de Delmiro Gouveia, Eraldo Joaquim Cordeiro, o Padre Eraldo. Ele foi eleito em 2016 com mais de 52% dos votos do eleitorado.

Mas, pouco tempo depois de assumir a Prefeitura, em meio as dificuldades e a incompetência da gestão, disse em alto e bom som durante reunião na Fetag, em Maceió, que “essa história de ser prefeito é um negócio meio de corno”.
O real é que hoje em Delmiro as portas para o Padre Eraldo já não se abrem mais como antes. Em função da rejeição adquirida é apontado nas pesquisas de avaliação de desempenho, feitas pelos mais diversos partidos, como o pior prefeito do Estado.
A sociedade sempre imediatista quer resultados em toda e qualquer área da gestão pública, principalmente, no interior do Estado quando o nível de carências e de oportunidades para jovens e adultos é muito maior que nos grandes centros urbanos.
Embora Delmiro Gouveia seja uma das mais importantes cidades do Estado, mas sua economia hoje depende consideravelmente das receitas públicas. E quando essas receitas não são bem cuidadas torna-se complexa a relação dos gestores com a população, cujas demandas aumentam a cada dia, principalmente na área do assistencialismo.
Para piorar, o prefeito ainda anda em rota de colisão com os aliados que o apoiaram e hoje cobram a fatura em cargos, dinheiro e o que mais deve ter sido acertado lá atrás, mas que não vem sendo cumprido.
Assim. sem dinheiro e sem Ibope, o Padre Eraldo vai descendo a ladeira na terra de Lula Cabeleireira que anda sorrindo à toa.
Ou seja, desceu do céu ao inferno ligeirinho.














