22 de abril de 2024Informação, independência e credibilidade
Alagoas

Saúde capacita nesta quinta-feira profissionais sobre diagnóstico de autismo

Evento voltado aos enfermeiros, médicos e coordenadores de Atenção Primária será realizado remotamente

Crianças com Transtorno do Espectro Autista necessitam de assistência multidisciplinar. Foto: Carla Cleto / Ascom Sesau

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) promove nesta quinta-feira (23) uma capacitação online sobre o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA). A ação é voltada aos coordenadores municipais de Atenção Primária, bem como para os enfermeiros e médicos que atuam nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) que utilizam o Programa Tele Nordeste.

Os profissionais que atuam nos 56 municípios da I Macrorregião de Saúde, formada pela capital alagoana, região metropolitana de Maceió, Litorais Norte e Sul e Zona da Mata, serão capacitados às 10h, por meio deste link https://meet.google.com/kmr-agrq-tfj.

Já os profissionais da II Macrorregião de Saúde, formada por 46 municípios do Agreste, Sertão e Baixo São Francisco, participarão do treinamento a partir das 14h, através do link https://meet.google.com/whp-xqwu-qka.

Durante a capacitação, haverá a apresentação de Nota Técnica emitida pelo Ministério da Saúde (MS), que trata sobre a importância do diagnóstico precoce das crianças acometidas pelo TEA. Isso porque, a partir de agora, a assistência às pessoas com TEA consta na Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência (PNSPD) do MS.

O Governo Federal vai investir mais de R$ 540 milhões na Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD). Os Centros Especializados em Reabilitação (CER) habilitados na modalidade intelectual e que prestam atendimento às pessoas com TEA receberão aporte de 20% no custeio mensal para o cuidado com autistas.

O TEA é caracterizado pela alteração das funções do neurodesenvolvimento do indivíduo, que pode interferir na capacidade de comunicação, interação social e comportamento. O diagnóstico precoce permite o desenvolvimento de estímulos para desenvolver independência e qualidade de vida. Neste sentido, o Sistema Único de Saúde (SUS) conta com uma rede de atenção à saúde para o cuidado integral das pessoas com TEA.