21 de abril de 2024Informação, independência e credibilidade
Brasil

Silvinei Vasques, ex PRF, é denunciado por fraude de R$ 13 milhões

Homem de confiança de Jair Bolsonaro, Silvinei Vasques, denunciado por corrupção

Diretor Geral da PRF do governo Bolsonaro, Inspetor Silvinei Vasques, é indiciado por fraude

O Ministério Público Federal (MPF), denunciou o ex-Superintende da Polícia Federal, do governo Bolsonaro, Silvinei Vasques, por fraude de R$ 13 milhões em licitações.

O indiciamento é por fraude de licitações e contratos em relação a compra de 15 viaturas blindadas, durante o governo Jair Bolsonaro (PL).

A denúncia foi assinada por Eduardo Benones, procurador da República e oferecida no bojo da Operação Megatherium. Neste caso, empresários e sócios da Combat Armor Defense do Brasil são alvos e o MPF requer a prisão preventiva.

De acordo com o órgão, o prejuízo pela compra das viaturas é maior que R$ 13 milhões.

Dois policiais rodoviários, responsáveis por iniciar e dar continuidade aos contratos, elaborando os Estudos Técnicos Preliminares e o próprio Documento de Oficialização de Demanda também são alvos do MPF.

A denúncia foi assinada por Eduardo Benones, procurador da República e oferecida no bojo da Operação Megatherium. Neste caso, empresários e sócios da Combat Armor Defense do Brasil são alvos e o MPF requer a prisão preventiva.

De acordo com o órgão, o prejuízo pela compra das viaturas é maior que R$ 13 milhões.

Dois policiais rodoviários, responsáveis por iniciar e dar continuidade aos contratos, elaborando os Estudos Técnicos Preliminares e o próprio Documento de Oficialização de Demanda também são alvos do MPF.

O pregoeiro que aprovou a proposta inicial da Combat Armor Defense e ainda deu continuidade a licitação também foi denunciado, assim como o fiscal técnico do contrato.

A denúncia foi assinada por Eduardo Benones, procurador da República e oferecida no bojo da Operação Megatherium. Neste caso, empresários e sócios da Combat Armor Defense do Brasil são alvos e o MPF requer a prisão preventiva. De acordo com o órgão, o prejuízo pela compra das viaturas é maior que R$ 13 milhões.

Dois policiais rodoviários, responsáveis por iniciar e dar continuidade aos contratos, elaborando os Estudos Técnicos Preliminares e o próprio Documento de Oficialização de Demanda também são alvos do MPF.

O pregoeiro que aprovou a proposta inicial da Combat Armor Defense e ainda deu continuidade a licitação também foi denunciado, assim como o fiscal técnico do contrato.