24 de maio de 2024Informação, independência e credibilidade
Expresso

Vacina contra a dengue segue disponível em unidades de saúde da capital

Imunizante Qdenga está sendo aplicado para reduzir hospitalizações e óbitos decorrentes de infecções de quatro sorotipos da doença

Vacina contra a dengue segue disponível em unidades de saúde da capital
Júlia, 10 anos, foi uma das primeiras crianças a tomar a vacina no 2º Centro de Saúde. Foto: Cortesia

Iniciada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) na última segunda-feira (13), a vacinação de crianças e adolescentes contra a dengue segue sendo aplicada nas unidades de saúde de Maceió.

A imunização, que vem sendo feita com a nova vacina aprovada pela Anvisa, o imunizante Qdenga, é uma estratégia do Ministério da Saúde para prevenir e combater o aumento de casos de dengue no País.

De acordo com Eunice Amorim, coordenadora técnica de Imunização do Município, o imunizante é seguro e tem como objetivo reduzir hospitalizações e óbitos decorrentes das infecções contra os quatro sorotipos virais da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4).

“Daí a importância dos pais e responsáveis garantirem a dose da vacina para seus filhos na faixa etária de 10 a 14 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias). As doses estão disponíveis nas salas de vacina de segunda a sexta-feira. É só procurar uma unidade de saúde com a caderneta de vacinação e o Cartão SUS ou CPF da criança ou adolescente, para protegê-lo da doença e seus efeitos mais severos”, reforça Eunice.

Com a meta de imunizar 90% do público alvo de 63.640 crianças e adolescentes, as equipes das unidades de saúde têm procurado mobilizar as usuárias em todas as áreas da cidade.

A pequena Júlia, de 10 anos, foi uma das primeiras crianças a serem vacinadas no 2º Centro de Saúde, localizado na Praça da Maravilha, no Poço. De acordo com a mãe da menina, ela quis ser imunizada logo que o início da vacinação contra a dengue foi anunciado pela SMS porque, segundo ela, “os mosquitos estão matando muita gente”.

“A gente tem visto nas reportagens o número crescente de casos, então, se tem uma vacina disponível é importante que os pais venham, pois além de ser uma proteção a mais para nossas crianças, ajuda a manter a caderneta de imunizações em dia, reduzindo o risco de doenças”, reforçou a pedagoga Cristiane Menezes, mãe da Júlia.