
O pastor Silas Malafaia denunciou em vídeo nesta terça-feira (26) a apreensão de quatro cadernos pessoais contendo “anotações teológicas” e roteiros de pregações pela Polícia Federal no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, ao retornar de Lisboa.
Classificando o episódio como “perseguição religiosa”, Malafaia direcionou críticas ao ministro do STF Alexandre de Moraes e a delegados da PF, a quem chamou de “Gestapo”.
Relatou que um delegado “simpático e educado” folheou os cadernos página por página e, após contato com superior em Brasília, reteve todos os materiais.
“Ao apreenderem material teológico, que é minha ferramenta de trabalho, e meu passaporte, impedem o livre exercício religioso garantido pela Constituição”, afirmou. O pastor tem viagem marcada para o final de setembro aos EUA, onde participaria de um casamento e uma conferência.
Malafaia exigiu a devolução dos itens: “Ministro Alexandre de Moraes, tenha humildade. Devolva meus cadernos teológicos e meu passaporte”.
Ele ainda questionou ainda possíveis vazamentos de conversas de seu celular apreendido: “Vão divulgar palavrões, críticas ao Bolsonaro, conversas com a imprensa?”. Também revelou ter enviado vídeos dublados em inglês para autoridades americanas denunciando “perseguição religiosa”.














