Em ato de candidatura, empresário Renan Santos, do MBL, defende a plataforma ‘roubou, matou”

Ele defendeu a política da 'tolerância zero' e disse que seu País não vai dar esmola para ninguém

Em ato de candidatura à Presidência da República, neste sábado, 1º de agosto, o empresário do MBL, Renan Santos (Missão), disse que seu governo vai “matar quem roubar”. Ele fez a declaração durante um ato de oficialização de sua corrida ao Palácio do Planalto, na Zona Leste de São Paulo.

“Meu país não vai oferecer esmola para ninguém. E ninguém vai roubar nada que é seu, porque nós vamos matar quem roubar”, disse Renan ao público.

Ele destacou que sua plataforma política está lastreada na “tolerância zero”. Em outras ocasiões, ele resumiu essa proposta pela expressão “prendeu, matou”: quem reagisse à abordagem policial seria morto.

Após o evento, Renan classificou a segurança pública como uma “guerra” e disse que pessoas armadas que enfrentassem policiais encontrariam resposta. “Se alguém quiser combater de maneira armada a polícia, ele encontrará um enfrentamento devido. Não existe guerra unilateral”, afirmou a jornalistas.

O pré-candidato de extrema-direita também fez questão de pontuar que chegando ao governo vai determinar que nenhum estado tenha mais beneficiários do Bolsa Família. Outra proposta prevê reduzir em 6 mil o número de favelas, com a retirada de 8 milhões de pessoas dessas áreas.

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