
Em plena pandemia do coronavírus e suas variantes, a balsa de Porto de Pedras continua sendo um foco de excrescência.
Além do histórico monopólio do transporte para o município de Japaratinga, via Rio Manguaba, agora com o total descumprimento das normas sanitárias nessa época de tragédia da saúde pública mundial.
É um descaso total. É a estupidez presente e constante nesses transportes de veículos e pessoas de todas as partes do mundo, que demandam pela rota ecológica que culmina com as praias do roteiro de “Milagres”.
Não há nas balsas qualquer tipo de ordenamento que faça funcionar as normas sanitárias exigidas em razão da pandemia, nem nenhuma fiscalização que faça as regras serem cumpridas.

A começar pelos funcionários das balsas que atuam no aglomerado recebendo dinheiro de todo mundo pelos transportes, sem máscaras e com absoluta falta de higienização na condução.
Se assim opera a empresa ou os responsáveis pelas duas balsas é por que há completa omissão do poder público. Seja da Prefeitura de Porto de Pedras ou até mesmo das autoridades estaduais.
Essa omissão, certamente, já provocou a infecção de muita gente. Portanto, uma atuação criminosa sem dúvida nenhuma.
Aliás, a conivência das autoridades com a operação das balsas é uma coisa antiga. Já rendeu até inquérito do Ministério Público Estadual. Inquérito, no entanto, engavetado por alguém.
Enquanto isso, a história vai rendendo. Agora contra a saúde pública.














