Extrema-direita no apoio a manifestação desrespeitosa e nefasta de Milei em solo brasileiro

Presidente argentino se comporta no Brasil como um ser abjeto

A irracionalidade e o desrespeito no campo da extrema-direita, em qualquer parte do mundo, é nociva à democracia, sobretudo quando afronta de forma leviana os adversários e de maneira muito além de bizarra.

Quem na vida recebe em casa um visitante e aceita que ele se comporte de forma indigna, atacando tresloucadamente a si e aos seus? Obviamente, que prevalece a máxima “para cada ação há uma reação”, que pode ser na mesma dose e, talvez, além.

A manifestação nefasta do presidente da Argentina, Javier Milei, – em solo brasileiro – contra autoridades e instituições nacionais, mais do que desrespeitosa foi um ataque à soberania nacional.

Não há registro na história de um político do Brasil, ou em qualquer outra parte do mundo, ter ido a um outro País atacar, xingar, difamar, além de proclamar injúrias contra instituições e o próprio líder de uma nação.

Via de regra, a liturgia do cargo estabelece a postura e a diplomacia para as relações institucionais. Javier Milei, no entanto, chega ao Brasil e se comporta como um ser abjeto.

Como ele, os aliados do próprio Brasil que aplaudiram tamanha indignidade. Eles foram ao clímax, quando o argentino chamou de “lixo” um ministro do Supremo Tribunal Federal – na terra em que visita – e ainda vilipendiou o presidente da nação brasileira, com baixeza e ignorância.

Milei e seus parceiros da extrema-direita brasileira se portam como seres desprezíveis.  Eles odeiam a democracia e, certamente, a humanidade que não aceita esse comportamento nocivo.

Trata-se de uma gente tacanha que faz do umbigo o cérebro.

 

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