
O plano de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice, Geraldo Alckmin, para o processo de reeleição, divulgado pelo Partido dos Trabalhadores (PT), anuncia a defesa da soberania, reforço no arcabouço e revisão de emendas parlamentares, considerado um tema “imexível” pela maioria dos deputados e senadores.
O plano defende a democratização do orçamento público, atualmente, capturado pelo Congresso Nacional, que instituiu o “orçamento secreto”, emendas vias Pix, entre outros penduricalhos que tiram do governo a gestão do orçamento.
Mas, além desses temas polêmicos, o plano também prevê a regulamentação das redes sociais, com foco no combate às fakes news, que atualmente infestam às redes.
O documento é intitulado ‘Diretrizes para o programa de transformação do Brasil: um país soberano, democrático, desenvolvido, sustentável e criativo’ e tem como foco mirar em um país “soberano, democrático, desenvolvido, sustentável e criativo”.
Na exposição, do plano de governo o PT aponta que as emendas parlamentares somaram R$ 56 bilhões em 2026, alteraram as relações entre o governo e o Congresso e reduziram a eficiência no uso do dinheiro público.
Transparência
O plano divulgado propõe a implantação de um orçamento participativo, sem imposições, e com total transparência. A defesa da soberania é um eixo central do programa, em meio a taxações e tensão nas relações diplomáticas com os Estados Unidos e países vizinhos, como Argentina e Paraguai.
A promessa é de reforço na área militar, geopolítica, científica, tecnológica, digital, energética, mineral, ambiental, cultural, econômica e financeira, assim como reforço da indústria e desenvolvimento tecnológico.














