
O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou, em sabatina do Jornal Nacional na noite desta terça-feira (25), que não autorizaria a entrada de militares dos Estados Unidos no Brasil para combater o tráfico e o contrabando de armas. Ele defendeu a criação de uma polícia federal que possa atuar em conjunto com países vizinhos, dizendo que a medida “não compromete soberania” e que o combate deve ser feito “entre nós”.
Caiado também prometeu enviar ao Congresso um projeto de “anistia ampla, geral e irrestrita” aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, para “pacificar o país”. Ele citou precedentes históricos, como a anistia proposta por Juscelino Kubitschek, e afirmou que a medida é necessária para acabar com a polarização.
O candidato disse que, se eleito, convidará o promotor Lincoln Gakiya, do Gaeco de São Paulo, para chefiar o Ministério da Segurança Pública. Caiado também criticou o governo por “abafar” e “cooptar” partidos, e afirmou que sua candidatura com Gilberto Kassab (PSD) na vice impede que a disputa se restrinja a Lula e Flávio Bolsonaro.













