28 de maio de 2022Informação, independência e credibilidade
Alagoas

Alagoas concede incentivos fiscais para empresas que vão investir R$ 256 milhões

Medida deve estimular a geração de 650 empregos diretos e cerca de 1950 postos de trabalho indiretos

Por meio do Programa de Desenvolvimento Integrado do Estado (Prodesin), o Governo de Alagoas concedeu incentivos fiscais e locacionais a quatro empresas.

Os incentivos foram autorizados na manhã desta terça-feira (15), durante a primeira Reunião Ordinária do Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico e Social (Conedes), fazendo com que os empreendimentos injetem, juntos, mais de R$ 256 milhões na economia alagoana, garantindo a geração de 650 empregos diretos que vão estimular  a criação de outros 1.950 postos de trabalho de forma indireta.

Durante a reunião, que aconteceu em formato híbrido, foram deliberadas a aprovação de incentivos fiscais para três empresas – Sanblok Pré Moldados, de Santana do Ipanema; Grüne Energie de Alagoas S.A e BBA Têxtil Brasil LTDA, ambas de Marechal Deodoro.

Na ocasião, um pedido de prorrogação de incentivos fiscais foi aprovado para a empresa Sol Salinas Hotelaria e Serviços, de Maceió, com investimentos na ordem de R$ 4,1 milhões e a geração 270 postos de trabalho diretos e 810 indiretos.

De acordo com o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Marcius Beltrão, o Governo de Alagoas trabalha para promover um aquecimento do cenário econômico do Estado.

“Em mais uma reunião do Conedes, deliberamos, analisamos e aprovamos benefícios que, juntos, irão injetar cerca de R$256 milhões na economia de Alagoas, gerando emprego, renda e desenvolvimento na capital e nas cidades do interior, promovendo a interiorização do desenvolvimento econômico e ofertando postos de trabalho em todas as regiões de Alagoas”. Marcius Beltrão.

Prodesin

Os benefícios concedidos pelo Governo de Alagoas integram as ações do Programa de Desenvolvimento Integrado (Prodesin) que, em 2016, sofreu uma modernização e passou a oferecer a redução de 92% no pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na saída dos produtos industrializados.

Ganharam também diferimento no ICMS, os bens destinados ao ativo fixo, a matéria-prima utilizada na fabricação de produtos e na aquisição interna de energia elétrica e gás natura.