
A Amazon deu mais um passo para consolidar a infraestrutura de seu futuro serviço de internet banda larga via satélite. Após o lançamento bem-sucedido de mais 29 equipamentos nesta quinta-feira (2 de julho de 2026), o projeto, batizado de Amazon Leo, alcançou a marca de mais de 390 satélites ativos na órbita baixa da Terra. De acordo com a engenharia aeroespacial da companhia, o volume atual de dispositivos já garante a densidade técnica necessária para viabilizar as primeiras transmissões de dados em latitudes selecionadas do planeta.
O cronograma operacional compartilhado por executivos da divisão tecnológica indica que o foco imediato das equipes consiste em direcionar os novos satélites para as altitudes finais de engajamento. A estimativa oficial prevê que o serviço comercial seja lançado até o término de 2026, operando sob restrições geográficas na fase inaugural. A longo prazo, a meta da corporação fundada por Jeff Bezos envolve a formação de uma megaconstelação composta por mais de 3.200 artefatos orbitais para assegurar a cobertura global de conectividade.
A iniciativa da gigante do comércio eletrônico visa estabelecer concorrência direta no mercado de redes de satélites de órbita baixa, segmento atualmente liderado pela Starlink, controlada pela SpaceX. Mesmo com a expansão planejada da malha da Amazon, a capacidade numérica da frota corporativa ainda permanecerá significativamente inferior à da concorrente principal, que já possui uma rede com mais de 10 mil satélites em atividade ao redor do globo.














