
Integrantes do autointitulado “300 do Brasil”, que apoia o presidente Jair Bolsonaro e defende o fechamento de instituições democráticas, marcharam nesta madrugada, com máscaras e tochas de fogo, até o Supremo Tribunal Federal (STF).
O ato marca o surgimento da Ku Klux Klan do Brasil, uma espécie de sucursal dos racistas americanos da Ku Klux Klan, com origens nos Estados da Virgínia e da Carolina do Norte.
No STF, eles protestaram aos gritos contra a corte e o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news.
As imagens também remetem às manifestações feitas por supremacistas brancos na Universidade da Virginia, em 2017, em Charlottesville.
O episódio foi marcado pela violência deflagrada pelo movimento neonazista “Unite the right” (unir a direita, em português) contra a comunidade negra.
Aos gritos – Em frente ao Supremo, os participantes do grupo, que está acampado na Esplanada dos Ministérios, fizeram uma performance, com fundo musical, e gritavam “ahu”, expressão que tem sido utilizada por movimentos de extrema-direita em vários países.
Sara fez novos ataques ao ministro depois da ação dos policiais e o desafio a prendê-la. Moraes remeteu o caso dela para a primeira instância nesse sábado.
Veja o vídeo publicado no Youtube:














