
É imensa a tristeza que bate no peito de cada um de nós, jornalista, radialista e amigos do Jorge Henrique, o Borjão.
Ele passou para eternidade nesta segunda-feira e deixa o luto com todos nós, que tínhamos admiração pelo seu espírito alegre e irreverente, seja nos debates sobre o futebol, política ou música.
Borjão viveu um mundo de alegrias e seriedade ao seu estilo. No estúdio gravando ou na mesa do bar perfil era o mesmo.
Por isso mesmo, hoje, há muitos dos seus amigos que foram ao bar da praça ou da esquina e não fizeram nada além de pedir: “Bota uma dose aí”.
A homenagem é de pertencimento, dos fins de semana divertidos, dos bate-papos, ou do disse-me-disse costumeiro em cada encontro, seguido de gargalhadas. Era o “menino Borges”.
Ele se foi como um ser humano digno da história que construiu na comunicação em Alagoas e no Planalto Central, onde atuou no rádio e na assessoria do Ministério dos Esportes.
Foi ser eterno, deixando um legado profissional. Mas, além de tudo, um legado de quem soube viver a vida que bem quis.
Borjão é um ícone que parte. Por ele e por nós outros, Vale o pedido: Bota outra dose aí.














