21 de janeiro de 2022Informação, independência e credibilidade
Alagoas

É mentira que Ministério da Saúde envie por e-mail certificado de vacinação contra Covid-19

Documento é apenas disponibilizado por meio da plataforma Conecte SUS, que está temporariamente indisponível

Circulam por e-mails uma mensagem com um suposto link para a emissão do certificado de vacinação contra a Covid-19. O conteúdo é falso. O Ministério da Saúde já desmentiu que exista essa possibilidade e lembra que o documento só é disponibilizado pela plataforma Conecte SUS, no aplicativo ou na versão web.

A mensagem enviada por e-mail informa que o Ministério da Saúde emite o certificado por meio de um link no corpo do texto com a possibilidade de baixar o documento.

O conteúdo falso, que pode ser golpe, se aproveita do momento em que a emissão do certificado está indisponível após o ataque de hackers que tiraram do ar os serviços on-line da Saúde.

Nesta quarta-feira (15), o Ministério da Saúde esclareceu que não envia e-mail com o link para emissão do certificado e que o documento só é emitido por meio do Conecta SUS, no aplicativo disponível no Google Play (para Android) e Apple Store (para iOS) ou por meio do site. O cidadão poderá visualizar, salvar e imprimir o certificado.

O serviço está temporariamente indisponível após ataques de hackers, mas o Ministério da Saúde garante que em breve o sistema será normalizado e reforça que a população deve estar atenta aos canais oficiais.

“A pasta trabalha diuturnamente para restabelecer o serviço pelo aplicativo o mais rápido possível. Os canais do Ministério da Saúde, como redes sociais e portal, são as únicas fontes oficiais de informação. Quaisquer dúvidas podem ser esclarecidas na Ouvidora, no telefone 136”. Nota do Ministério.

Os links apresentados em mensagens falsas podem ser vírus ou até tentativas de golpe. Esse alerta também foi feito pelo Governo Federal. “Evite clicar em links desconhecidos e sempre observe o conteúdo das mensagens. Assim como a mensagem atribuída ao Ministério, esses textos geralmente contêm erros gramaticais e informações desencontradas”, acrescentou o comunicado do Ministério da Saúde.