A Polícia Federal realizou nesta quinta-feira (21) a operação Pedra no caminho, que apura crimes praticados por agentes públicos e empresários durante as obras do trecho norte do Rodoanel. Segundo o TCU (Tribunal de Contas da União), o superfaturamento na obra chega a mais de R$ 600 milhões.
Um dos alvos de mandado de prisão é Laurence Casagrande Lourenço, que durante o governo Geraldo Alckmin (PSDB) foi presidente da Dersa, estatal responsável por obras rodoviárias paulistas, e secretário de Logística e Transportes. Atualmente, Lourenço preside a Cesp (Companhia Energética de São Paulo).
Alckmin
O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta quinta-feira (21) que a prisão do ex-secretário de Logística e Transporte de sua gestão em São Paulo, Laurence Lourenço, não terá efeito em sua pré-campanha à Presidência.
“Nenhum”, disse ele quando questionado sobre o tema, após almoço com empresários na Firjan, no centro do Rio de Janeiro. Alckmin disse apoiar a investigação, mas pediu uma conclusão rápida sobre o caso.
“Se há qualquer tipo de investigação, que ela seja rápida, profunda e que se esclareça. O que tínhamos conhecimento era de um parecer um técnico do TCU e todas as informações já foram prestadas”, disse o ex-governador tucano.
“A gente não deve se precipitar, para não tirar conclusões precipitadas. Vamos aguardar para não cometer injustiça”, declarou o tucano.














