
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) desviou-se nesta segunda-feira (24) de perguntas sobre a prestação de contas do filme “Dark Horse”, cinebiografia de seu pai, e direcionou cobranças a Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha). E
m evento na Fiesp, em São Paulo, ele afirmou que não houve recuo na promessa de divulgar os gastos da produção, feita em maio com prazo de 30 dias, e disse que as informações já teriam sido apresentadas à investigação em São Paulo e vazadas pela imprensa. “Quem tem que prestar contas não sou eu, é o Lula”, declarou.
O candidato cobrou o “follow the money” sobre Lulinha, questionando sua residência na Espanha e o financiamento de suas despesas, e negou ter procurado o governador Tarcísio de Freitas para um pacto eleitoral.
A fala ocorreu no dia em que o ministro Flávio Dino autorizou a Polícia Federal a acessar dados da operação da Polícia Civil paulista contra a Go Up Entertainment, produtora do longa, que apura o uso de emendas parlamentares. Paralelamente, o ministro André Mendonça investiga os repasses do banqueiro Daniel Vorcaro para o filme, após reportagem revelar que Flávio solicitou recursos ao fundador do Banco Master.














